Quanto mais tempo a gente passa, mas escuta que as coisas mais legais acontecem foram de Manhattan. Rola um certo exagero, mas vale à pena sair um bocado da ilha numerada.

O problema é que são passeios que tomam mais tempo. Tentam te convencer de que o Queens é super perto. Mentira. Mesmo assim, o bairro merece pelo menos um dia todinho seu. Vamos aos nossos favoritos:

Casa do Louis Armstrong – é a visita guiada mais curta que já fiz, mas uma das mais doces. É impossível não sair apaixonada por ele, a mulher e as crianças que iam lá tomar sorvete e ouvir suas histórias. De tempos em tempos, rola um show de jazz no jardim.  É de marejar os olhos mais insensíveis.

Isamu Noguchi Garden Museum – esse artista japonês é brilhante e seu museu te dá uma sensação de estar num espaço paralelo. Não sabia nada sobre ele e sai com uma tatuagem de henna na lombar – ‘Noguchi 4ever’

Não sobrou nenhum italiano em Little Italy. Os poucos que estão por lá são chineses disfarçados. Boa parte deles se mudou para essas redondezas.

Il Triangolo – cantina simpática, com fila na porta e massas bem boas. É um lugar simples, mas que esquenta a alma.

The Queens Kickshaw – eles vivem de queijo quente. Vários tipos. Incontáveis queijos. Não iria até o Queens só por eles de novo, mas estando lá, não pense duas vezes. A sopa de tomate é ótima, apesar de resignada à coadjuvante.




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