Eu adoro teatro. Desde criança, e devo gostar pra sempre. De fralda, babando, vou ficar feliz de testemunhar um espetáculo, onde a arte tá ali, na sua frente e com cheiro.

A parte complicada é que a maioria das peças me decepciona. Não sei quando começou, mas faz um tempo que essas adaptações gringas e monólogos que se alternam nos teatros dos Leblons do mundo afora não me dão alegria.

Recentemente, assisti a uma montagem de Tristão e Isolda, no St. Ann’s Warehouse – lugar legal, que merece a sua atenção – , e meu coração foi tomado de esperança. A narrativa é fiel à história original dos amantes-azarados-e-generosos, mas a forma é rica, criativa e poética. É quase um workshop de emoções, onde não se pode vencer o riso, a comoção e não menos relevante, a vontade de chorar.

Todo o mérito vai para o Kneehigh, companhia que surgiu na Cornualha, com um professor de teatro que juntava ex-alunos para encenar peças pelas ruas. Eles são fantásticos e fazem tour pelos sete cantos. Persegui-los é altamente indicado .




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