A primeira vez que tentei ir ao MoMA, dei de cara com a porta. Eles estavam reformando e as obras tinham ido para o prédio de Long Island, o PS1. Foi bom, mas frustrou. Pensei que poderia ter sido o fim de uma relação, mas não há o que possa abalar o amor que esse museu desperta.

Eles têm tudo. De Van Gogh a Hopper, passando por Louise Bourgeois. Meu único critério é o afeto, já que o meu conhecimento sobre o tema é equiparável a uma criança de dez anos com uma boa professora de artes. Até maio de 2013 eles têm uma exposição do Edvard Munch, por quem também nutro sentimentos nobres. Por uma ou outra razão, eis um museu que merece ser visitado sempre, como uma tia que faz o seu bolo preferido.

O restaurante deles, o The Modern, é ótimo, cheio de altos executivos decidindo o futuro do mundo. A torta de foie gras e o cordeiro glaçado são inesquecíveis.

Se quiser fugir da granfinada, , dois lugares me apetecem. Ambos a cinco minutos de taxi ou vinte andando :

Eataly – o reino do Mario Batali  surpreende porque consegue ser funcional apesar de tanta belezura. Dá vontade de comprar tudo o que eles vendem, mesmo que você não tenha a menor ideia do que fazer com os produtos. Eles têm quatro restaurantes e a Birreria no terraço.  Dá pra ser feliz em qualquer um deles, desde que você não se importe com o vai-e-vem e o barulho.

Smith & Wollensky – esse restaurante é o lugar menos descolado da cidade. Quem liga?  Os carnívoros serão muito felizes por aqui. O hambúrguer deles com abobrinha frita devolve a fé na humanidade e todas as carnes e peixes são frescos e deliciosos.




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