1/2 do Ovo de Codorna tem um 1/8 de sangue português. O resultado dessa matemática não reflete o tamanho do amor que sentimos por essa península tão familiar.

Começando pelo Norte e descendo até Évora, você passa por paisagens extraordinariamente bonitas, come bem pra burro – sem parar – e descobre na prática por que somos como somos.

Lisboa é particularmente angustiante para os cariocas. As cidades são irmãs e, correndo o risco de ser exagerada, acho difícil dizer onde começa o Bairro Alto e termina a Lapa. Ambas compartilham a beleza, o chiado e um certo desleixo.  Um poodle, nem precisa ser dos mais espertos, compreenderia que foi esse povo que nos colonizou.

A minha experiência por ali foi curta demais. Estive em Sintra, onde morri de amores pela cidade. O Palácio da Pena é lindo, mas um cadinho abandonado. Lá fiquei amiga de uma velhinha apaixonada pelo Museu Calouste Gulbenkian.  No dia seguinte, rumei pro museu, e vi uma coleção extraordinária, com tesouros de todos os países e épocas que se possa imaginar.

No resto do tempo, passei incontáveis noites no Bairro Alto, andando de bar em bar e quase cumprimentando as pessoa na rua, de tão em casa que me sentia. Minha situação piorou quando descobri a Lux, boate do John Malkovich, que te leva a pensar que está no país-das-maravilhas sem a Alice. Portugueses sabem se divertir e, se a sua lombar permitir, aprenda com eles.

Por sorte, a Joana esteve na cidade muitas vezes, sempre a visitar primos e mais primos, e conta o que Lisboa tem de imperdível e como aproveitá-la da melhor forma.




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