Sei que é difícil desapegar da dupla Baixa-Chiado. E ainda tem a Alfama logo ali. Mas, vai por mim, e acorda um dia rumando para novas freguesias.

Entre no seu Elétrico com destino a Belém. Ora pois, quem nunca ouviu falar dos pasteizinhos que são feitos aqui?! Não seja bobo e coma logo uns na chegada.

Uma vez que você consiga parar de pensar nos doces célebres, vai poder explorar alguns monumentos de grande importância para os portugueses. A Torre de Belém é um deles, construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo para defesa da barra de Lisboa. O Padrão dos Descobrimentos é outro, em forma de caravela que homenageia os navegantes, que dali saíram ao mar, para chegar a tantas terras por aí. Fica aqui também o – bem mais recente – Museu Berardo, com uma área enorme de exposições de arte moderna e contemporânea.

Não estaria sendo sua amiga, porém, se não te dissesse que: se você tem pouco tempo para ficar em Belém, esqueça todo o resto e vá ao Mosteiro dos Jerônimos! Aqui o anteriormente citado estilo Manoelino alcança sua glória. Sabe castelinho de areia que a gente fazia na praia, cheio de textura e de relevo? É a melhor descrição que consigo fazer do que acontece naquelas colunas, portas, janelas… É um caso clássico de “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Uma visita então… vale um livro inteiro. De dois tomos.

Pra não se arrepender depois, pegue mais uns pasteizinhos para comer no resto da viagem, e, se você conseguir ser parcimonioso, trazer uns de volta.




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